sexta-feira, 6 de abril de 2018

Maio de 1968 e o Marxismo Autogestionário - Seminario Nemos e GPDS


Maio de 1968 e o Marxismo Autogestionário



Informações e inscrições:
gpdsufg@gmail.com

Inscrições:
As inscrições são gratuitas e é necessária para receber certificado e também para aqueles que apresentarão comunicações. Para se inscrever é preciso enviar um email contendo as seguintes informações:

Nome completo:

Curso e universidade (para estudantes) ou instituição (para professores e pesquisadores):

Email: (digite o seu endereço de email).

Resumo (para quem for apresentar comunicação).

O resumo deve ter de 200 a 300 palavras, contendo tema, objetivo, base teórica e, opcionalmente, metodologia e conclusões. A temática das comunicações devem estar relacionadas com o tema do evento e questões relacionadas ou derivadas, como movimento estudantil, marxismo, lutas sociais, anos 1960, contemporaneidade e lutas sociais.

Apresentação:

Maio de 1968 em Paris foi uma rebelião estudantil que foi acompanhada por um forte movimento grevista (o maior da história da França). O paradigma hegemônico da época, o reprodutivismo (expresso em ideologias como funcionalismo, estruturalismo, teoria dos sistemas, etc.), e a relativa estabilidade do capitalismo e elevação do nível material de vida nos países capitalistas imperialistas (vivendo sob o chamado "estado de bem estar social), entra em colapso com a ascensão e radicalização do movimento operário e do movimento estudantil no final dos anos 1960, em vários países. A luta estudantil e operária que atingiu maior radicalidade e quase se tornou uma revolução social, foi o Maio de 1968. Após o maio de 1968, muita coisa mudou. Uma dessas mudanças foi cultural. Por um lado, emergiu uma contrarrevolução cultural preventiva (expressa no novo paradigma hegemônico e substituto do reprodutivismo, o subjetivismo, e suas ideologias, tal como o pós-estruturalismo) e, por outro, emergiu o marxismo autogestionário, uma atualização e desenvolvimento da concepção marxista autêntica, em contraposição ao pseudomarxismo. O Seminário Maio de 1968 e o Marxismo Autogestionário visa abordar essas questões, tanto do maio de 1968 quanto da emergência e desenvolvimento do Marxismo Autogestionário. Para tanto, será abordado a formação do marxismo autogestionário após o maio de 1968 e suas relações com este evento, a relação entre marxismo e autogestão (anterior a esse acontecimento histórico), o marxismo autogestionário francês e o marxismo autogestionário contemporâneo, bem como a questão da autogestão social. As sessões de comunicações terão essas temáticas e outras relacionadas, como movimento estudantil, lutas sociais nos anos 1960, problemas e história do marxismo, entre outros.

Programação:

Dia 15 de maio 

08:00 - 12:00: Palestra
Maio de 1968 e a formação do marxismo autogestionário.
Nildo Viana (UFG).

14:000 - 18:00: Minicurso
Autogestão: Teoria e Prática
Gabriel Teles (UFG) e Lucas Maia (IFG).

Dia 16 de Maio:

08:00 - 12:00: Mesa Redonda - O Marxismo Autogestionário

Marxismo e Autogestão
José Santana da Silva (UEG)

O Marxismo Autogestionário Francês
Marcus Vinicius Conceição Costa (IFG/UFG)

O Marxismo Autogestionário Hoje
Edmilson Marques (UEG)

14:00- 18:00: Sessão de comunicações

Realização: 
GPDS (Grupo de Pesquisa Dialética e Sociedade) e NEMOS (Núcleo de Estudos e Pesquisa em Movimentos Sociais). 
Apoio: NPM/UEG; NEPALM/UFMS, NUPAC.





quinta-feira, 4 de maio de 2017

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Artigo de integrante do Nemos sobre "movimentos sociais" através da perspectiva dialética




MOVIMENTOS SOCIAIS: UNIDADE E DIVERSIDADE

Nildo Viana

RESUMO


O presente artigo aborda a questão da unidade e diversidade dos movimentos sociais. O objetivo foi apresentar a diferença entre movimentos sociais em geral e movimentos sociais específicos. Para concretizar esse objetivo, lançamos mão do método dialético e suas categorias analíticas. A análise da unidade dos movimentos sociais remeteu para a reflexão sobre o seu conceito, pois este é o elemento que permite entender a essência dos mesmos. O passo seguinte foi mostrar que existe uma diversidade no interior dessa unidade e que ela se manifesta através do movimento específico de cada grupo social em sua relação com a totalidade da sociedade moderna. Esse processo analítico foi complementado pela análise crítica de algumas definições e problemas nas abordagens dos movimentos sociais em geral e específicos. A conclusão geral é a de que é necessário um conceito de movimentos sociais que consiga dar conta da unidade e diversidade desse fenômeno, tal como o que foi apresentado no artigo, e que este momento precisa ser complementado pela análise da diversidade, o que remente para o caso dos movimentos sociais específicos.

Palavras-chave: Unidade. Diversidade. Movimentos Sociais. Movimentos Sociais Específicos. Dialética.


SOCIAL MOVEMENTS:
unity and diversity

Abstract

This article addresses the issue of the unity and diversity of social movements. The objective was to present the difference between social movements in general and specific social movements. To achieve this goal, we have used the dialectical method and its analytical categories. The analysis of the unity of social movements referred to the reflection on its concept, because this is the element that allows to understand the essence of them. The next step was to show that there is a diversity within this unity and that it manifests itself through the specific movement of each social group in its relation to the totality of modern society. This analytical process was complemented by the critical analysis of some definitions and problems in the approaches of the social movements in general and specific. The general conclusion is that there is a need for a concept of social movements that can account for the unity and diversity of this phenomenon, such as the one presented in the article, and that this moment needs to be complemented by the analysis of diversity, which The case of specific social movements.

Key words: Unity. Diversity. Social Movements. Specific Social Movements. Dialectics.

PALAVRAS-CHAVE


unidade, diversidade, movimentos sociais, movimentos sociais específicos, dialética

TEXTO COMPLETO:

PDF

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

domingo, 21 de agosto de 2016

O Movimento Estudantil em Foco - Livro lançado pelo Nemos/Edições Redelp



Dados do Livro:

VIANA, Nildo (org). O Movimento Estudantil em Foco. Goiânia: Edições Redelp, 2016.



O Movimento Estudantil em Foco reúne análises do movimento estudantil sob diversos aspectos a partir de uma perspectiva crítica e renovadora. Assim, temas como reivindicações estudantis, MPL, Frente de Luta, Maio de 1968, formação e ressocialização estudantil, são analisados criticamente na presente obra.


A Coleção Movimentos Sociais, Poder Político e Transformação Social, é uma coedição do NEMOS – Núcleo de Estudos e Pesquisa em Movimentos Sociais, da Faculdade de Ciências Sociais da UFG (Universidade Federal de Goiás) e Edições Redelp. Ela visa publicar reflexões teóricas e análises concretas sobre os temas que são título desta coleção e da linha de pesquisa do Programa de Pós-Graduação em Sociologia da UFG.



Veja o Livro:


terça-feira, 2 de agosto de 2016

"Movimentos Sociais em Debate" - Mesa Redonda e Lançamento de Livros


Movimentos Sociais em Debate

Mesa Redonda:
* Dr. Denis Castilho/IESA-UFG
* Dr. Lucas Maia/IFG
* Dr. Nildo Viana/FCS-UFG

Lançamento de Livros:

MAIA, Lucas. Nem Partidos, Nem Sindicatos: A Reemergência das Lutas Autônomas no Brasil. Goiânia: Edições Redelp, 2016.

CASTILHO, Denis. Modernização territorial e redes técnicas em Goiás. Goiânia: UFG, 2016.

VIANA, Nildo. Os Movimentos Sociais. Curitiba: Prismas, 2016.

VÁRIOS. Movimentos Sociais: Questões Teóricas e Conceituais. Goiânia: Edições Redelp, 2016.

VÁRIOS. Movimento Estudantil em Foco. Goiânia: Edições Redelp, 2016.

Dia:
Sexta-Feira
02/09/2016

Horário:
Mesa Redonda: 08:00
Lançamento de livros: 10:00

Local:
Miniauditório do novo prédio de humanidades (FCS)
Universidade Federal de Goiás - Campus Samambaia

Realização:
Apoio: